Sobre

O ‘Étnico – Etnicidade e Direitos: índios, quilombos e populações tradicionais’ (surgido ‘BloQ – Etnicidade, Direitos e Quilombos’) é um espaço para pensar políticas de reconhecimento étnico no Brasil e na América Latina, com ênfase nas questões indígena, quilombola e de populações tradicionais.

O ´BloQ‘ foi composto inicialmente por André Videira de Figueiredo, sociólogo, antropólogo e professor da UFRRJ; José Maurício Arruti, historiador, antropólogo e professor da UNICAMP; Jan Hoffman French, antropóloga e professora da Universidade de Richmond e Cesar Baldi, Professor de Direito Constitucional da ULBRA.

Desde 2012, renomeado como ‘Étnico‘, o blog se abre para contribuições da rede mais ampla de pesquisadores que vem se organizando em torno tanto de uma Antropologia do Direito ligada às Políticas de Reconhecimento, quanto de uma Etnologia pensada em sentido plural e crítico, isto é, que toma por interesse povos indígenas, mas também as populações quilombolas e tradicionais, enfatizando a leitura de seus contextos políticos.

Por meio deste alargamento, o blog foi acumulando materiais derivados de eventos ou processos produtivos que deram origem às suas diferentes páginas atuais, disponíveisem seu cabeçalho:

 

Encontros de Conjuntura

Reúne os textos preparados ou decorrentes dos Encontros de Conjuntura, dedicados à leitura sistemática e crítica das matérias de imprensa relativas às populações indígenas e quilombolas.

 

Sobreposições – Políticas de Reconhecimento e Sobreposições Territoriais

Reúne as contribuições dos participantes do “Workshop Políticas de Reconhecimento e Sobreposições Territoriais”, realizado entre os dias 22 e 24 de Maio de 2013, na UNICAMP, sob a coordenação de José Maurício Arruti e Mauro Almeida, e com o apoio do CNPq, do Departamento de Antropologia e do Departamento de História.

 

Desigualdades e diferenças no Brasil: as perspectivas indígena e quilombola

Reúne notas derivadas do projeto “Desigualdades e Diferenças no Brasil”, realizado pela parceria entre o CEBRAP e uma equipe formada por membros do NEPO e do CPEI (ambos da UNICAMP) tendo em vista desenvolver um breve estudo sobre as desigualdades no Brasil a partir dos dados oficiais e quantitativos referentes aos povos indígenas e comunidades quilombolas.

 

Reflexões sobre a Ruptura

Reúne os produtos de uma atividade de greve dos estudantes do PPGCS da UNICAMP: textos destinados a refletir sobre os efeitos da ruptura política recente – produzida pela instauração de um governo provisório de direita  – sobre os direitos sociais, culturais, étnico-raciais, sexuais, de gênero e ambientais, tendo por ponto de partida a situação vivida pelas populações abordadas nos projetos de pesquisas daqueles alunos.

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8 respostas em “Sobre

  1. André

    parabens pela iniciativa.

    Osvaldo Martins de Oliveira
    Professor visitante na Universidade Federal do Espírito Santo

  2. Necessito do artigo “O quilombo conceitual para uma sociologia do artigo 68” de Jose Mauricio Arruti .è Possível?
    Como posdso fazer ou onde consegui-lo?

    Grata

    Fabiana
    obs.sou de POA /RS

  3. Boa Noite,

    Estou desenvolvendo um projeto de doutorado em Antropologia, busco desenvolver uma pesquisa sobre a condição dos índios na cidade de São Paulo, será que você pode me indicar uma bibliografia sobre o tema?
    Pretendo trabalhar com os Pankararu, tem um trabalho muito interessante de TCC, de alunos de uma universidade particular aqui de São Paulo, apartir desse trabalho é que obtive o seu contato.

    Um Abraço

    Anselmo.

  4. Olá Professor André Luiz de Figueiredo,
    Gostaria de entrar em contato com o Sr. por e-mail, será que vc pode me enviar um e-mail para que eu possa pegar teu endereço? Pois tive dificuldade para encontrar. Emanuellybezerra@hotmail.com
    Obrigada!

    • Caro professor meu contato é para saber da possibilidade de levar um grupo de alunos do ensino médio em um quilombo no estado do paraná mas não consigo endereço dos locais voce não poderia me disponibilizar esses contatos por email desde já agradeço

      • Prezado,
        O mais indicado para fazer esse contato é dirigir uma solicitação à secretaria de educação do estado, que mantém um acompanhamento das escolas e poderia lhe oferecer ou facilitar esta mediação.
        Att.,

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